sábado, 31 de outubro de 2009

Poema da minha mãe

Derepente você

Você surgiu o derrepente como se viesse
do nada, com muita rapidez fez
meu coração te amar, minha mente
te querer meu corpo te desejar.

Assim derepente nossas vidas ficaram
envolvidas, fomos tomados pela emoção,
seduzidos e escravos da paixão


Até que um dia mesmos cheios de
amor e desejo, nos despedimos sem
trocarmos um simples beijo.

Hoje ainda vivo encantada por ti
não consigo outro querer, meu
coração só sabe amar você, mesmo

assim vivo lutando para te esquecer.

Ainda te esquecerei, me livrarei desse
amor, vou tira-lo das entranhas
mesmo que eu morra de dor.



Poema da Maria José Barros
(minha mamãe)



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