O começo....
Sabe eu conheci uma garota, ela era tão folgada.
Uma garota ai, que não temia nada
Ela era esperta, arrogante, feliz, tinha uma vida emocionante!!
Conseguia TUDO o que queria, por ser um pouco sapequinha;
Era rodiada de amigos, e ninguém tinha capacidade para ser seu inimigo
Tinham pessoas que a invejavam, outras que a admiravam, outras que ignoravam
Porém sempre foi ela mesma, nunca usou uma mascara
Para conter seus atos...
Vivia a distribuir abraços.
Falava o que bem queria, mais não era malvada com os sentimentos dos outros
A menos que focem malvados com ela e com seus amigos
Que a proposito ela considerava mais que tudo em sua vida
Sim! ela nunca ficou sozinha, rodiada de garotos que realmente gostavam dela; amigos que sempre pediam sua ajuda e que ela sempre defendia, protegia, animava.
Um dia ela reparou em um menino um menino tão bobinho, que só sabia brincar, andar de bicicleta, ela conhecia ele sim, a muito tempo creio que des de pequeno, porém ela nunca tinha reparado o quanto ele a fazia bem, até ele sumir.
De repende ela o encontrou em sua escol, porém não o reconheceu, mais ele reparou nela o ano todo e ela nunca percebeu, ela era ocupada demais se divertindo pra reparar em um garoto, era forte e dependente demais pra ligar para um simples gostar (uma paixonite desnescessaria assim que ela julgava)
Tinha uma vida perfeita porque deixar um amor, estragar?
Porém sem ela perceber ele foi se aproximando... E ela se lembrando do quanto ele fazia bem pra ela. Mas não consiguia lembrar o nome dele.
Era como voltar ao tempo que tudo era perfeito, como quando eles eram crianças brincando de esconde-esconde na rua com uma inocencia sem fim. Ele sabia como fazer para que ela ficasse perto, ela tadinha nem perdebia como ele a manipulva. Como ele fazia isso? Roubava o lanche dela, o colar, a chuxinha, o celular; e ela sempre ia atraz dele buscar, ele ficava tão feliz *-*
Dava um sorriso tão perfeito.
Quando ela chegava todos da escola reparavam, como pode uma garota estar sempre feliz?
Eram sempre o que perguntavam. Ele o garoto misterioso, era sempre o primeiro a reparar nela, e a ir falar ou melhor dizendo rouba-la, com a esperança de roubar seu coração com a sua presença.
De repente a garota não foi simplismente atraz do seu celular que ele havia roubado, ela foi atraz do nome do garoto que sempre a atormentava e a roubava. Ela correu atraz dele como o de costume, mais dessa vez não deixou ele fugir, como ela sempre fazia, encurralou ele e disse:
- Que é você? Da onde eu te conheço? Como se chama? E porque rouba minhas coisas todos os dias?
Ele surpreso e encantado por sua voz, lhe disse com um sorriso no rosto e as bochechas rosadas.
- Eu sou aquele que te admira des de pequeno, aquele seu melhor amigo que brincava de esconde-esconde com você. Você me conheçe da sua vida, do seu passado esquecido, Eu meu nome não importa porque sinto que sou apenas o garoto que rouba suas coisas, somente mais um conhecido, roubo suas coisas porque estou treiando pra roubar algo maior e muito mais importante pra mim.
A garota ingenua não compreendeu a gravidade e a seriedade de suas palavras e disse:
- Sim! eu me lembro de você, me lembro das brincadeiras, lembro que me ensinou a andar de bicicleta, mas não me lembro seu nome, não consigo me lembrar. Estou falando sério com você não quero brincadeiras e nem essas besteiras que você acabou de me dizer, fale logo seu nome.
O garoto chocado com suas palavras se soltou dos braços dela que a seguravam com força e apaenas entregou o celular que ela tanto queria. Foi andando sentido a sua sala de aula, com os olhos cheios de lágrimas por se sentir insignificante para ela.
E eu de longe assistindo a cena não resisti, fui até ela e disse:
- Garota do sorrisinho feliz! Você acabou de partir um coração.
Ela me olhou com olhar de despresso, como se eu não existice, como se não se importace com minhas palavras e disse:
- Eu sei! Isso não significa nada.
Continua ....
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A menina invisivel part 2 (novelinha)
Eu fiquei em choque com suas frias palavras, tão superiores, com um leve toque de arrogência.
Sabe eu conheci uma garota, ela era tão folgada.
Uma garota ai, que não temia nada
Ela era esperta, arrogante, feliz, tinha uma vida emocionante!!
Conseguia TUDO o que queria, por ser um pouco sapequinha;
Era rodiada de amigos, e ninguém tinha capacidade para ser seu inimigo
Tinham pessoas que a invejavam, outras que a admiravam, outras que ignoravam
Porém sempre foi ela mesma, nunca usou uma mascara
Para conter seus atos...
Vivia a distribuir abraços.
Falava o que bem queria, mais não era malvada com os sentimentos dos outros
A menos que focem malvados com ela e com seus amigos
Que a proposito ela considerava mais que tudo em sua vida
Sim! ela nunca ficou sozinha, rodiada de garotos que realmente gostavam dela; amigos que sempre pediam sua ajuda e que ela sempre defendia, protegia, animava.
Um dia ela reparou em um menino um menino tão bobinho, que só sabia brincar, andar de bicicleta, ela conhecia ele sim, a muito tempo creio que des de pequeno, porém ela nunca tinha reparado o quanto ele a fazia bem, até ele sumir.
De repende ela o encontrou em sua escol, porém não o reconheceu, mais ele reparou nela o ano todo e ela nunca percebeu, ela era ocupada demais se divertindo pra reparar em um garoto, era forte e dependente demais pra ligar para um simples gostar (uma paixonite desnescessaria assim que ela julgava)
Tinha uma vida perfeita porque deixar um amor, estragar?
Porém sem ela perceber ele foi se aproximando... E ela se lembrando do quanto ele fazia bem pra ela. Mas não consiguia lembrar o nome dele.
Era como voltar ao tempo que tudo era perfeito, como quando eles eram crianças brincando de esconde-esconde na rua com uma inocencia sem fim. Ele sabia como fazer para que ela ficasse perto, ela tadinha nem perdebia como ele a manipulva. Como ele fazia isso? Roubava o lanche dela, o colar, a chuxinha, o celular; e ela sempre ia atraz dele buscar, ele ficava tão feliz *-*
Dava um sorriso tão perfeito.
Quando ela chegava todos da escola reparavam, como pode uma garota estar sempre feliz?
Eram sempre o que perguntavam. Ele o garoto misterioso, era sempre o primeiro a reparar nela, e a ir falar ou melhor dizendo rouba-la, com a esperança de roubar seu coração com a sua presença.
De repente a garota não foi simplismente atraz do seu celular que ele havia roubado, ela foi atraz do nome do garoto que sempre a atormentava e a roubava. Ela correu atraz dele como o de costume, mais dessa vez não deixou ele fugir, como ela sempre fazia, encurralou ele e disse:
- Que é você? Da onde eu te conheço? Como se chama? E porque rouba minhas coisas todos os dias?
Ele surpreso e encantado por sua voz, lhe disse com um sorriso no rosto e as bochechas rosadas.
- Eu sou aquele que te admira des de pequeno, aquele seu melhor amigo que brincava de esconde-esconde com você. Você me conheçe da sua vida, do seu passado esquecido, Eu meu nome não importa porque sinto que sou apenas o garoto que rouba suas coisas, somente mais um conhecido, roubo suas coisas porque estou treiando pra roubar algo maior e muito mais importante pra mim.
A garota ingenua não compreendeu a gravidade e a seriedade de suas palavras e disse:
- Sim! eu me lembro de você, me lembro das brincadeiras, lembro que me ensinou a andar de bicicleta, mas não me lembro seu nome, não consigo me lembrar. Estou falando sério com você não quero brincadeiras e nem essas besteiras que você acabou de me dizer, fale logo seu nome.
O garoto chocado com suas palavras se soltou dos braços dela que a seguravam com força e apaenas entregou o celular que ela tanto queria. Foi andando sentido a sua sala de aula, com os olhos cheios de lágrimas por se sentir insignificante para ela.
E eu de longe assistindo a cena não resisti, fui até ela e disse:
- Garota do sorrisinho feliz! Você acabou de partir um coração.
Ela me olhou com olhar de despresso, como se eu não existice, como se não se importace com minhas palavras e disse:
- Eu sei! Isso não significa nada.
Continua ....
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A menina invisivel part 2 (novelinha)
Eu fiquei em choque com suas frias palavras, tão superiores, com um leve toque de arrogência.
Ecoava em minha mente... Porque ela disse isso? Porque ser tão cruel com alguém que a ama tanto? Porque esse ódio? Ela que parece tão feliz...
Pois então o garoto passou um tempo se recompondo da crueldade da garota, e quando se recompoz totalmente, passou na frente da garota que foi cruel com ele e lançou-lhe um olhar sombrio, sem vida, como quem teve seu coração pisotiado. Ela novamente não se sensibilizou com a magoa e tristeza dele, porém estava curiosa com seu nome misterioso. E foi novamente falar com ele, dessa vez com um olhar doce e calmo ela disse:
- Por favor digame seu nome! Eu preciso saber!
Eu que estava assistindo a cena de perto não pude me conter, falei para ela pra que vc deseja saber o nome dele? Você não disse que era insignificate? Porque mudou de ideia?
Ela simplismente ignorou minhas palavras, apenas sentiu uma leve pontada em seu coração.
Foi ai que ela reparou, eu tenho coração? Eu me importo? Mas ele não é meu amigo eu não preciso me emportar com ele!
E eu me perguntava o que ela iria dizer, como ela iria consertar o que disse, a maneira que o desprezou?
Ela olhou pra ele e repetiu:
- Como é seu nome? Me diga por favor...
E ela percebeu que se importava.
Ele disse com uma voz medoanha e cheia de receio meu nome é Leandro!
Ela olhou pra ele e disse Leandro que belo nome! o Meu é ...
Eu sei seu nome! Disse ele em um empluso deixando bem facil de notar empolgação. Seu nome é Amanda!
Ela olhou surpresa, e disse: -Sim meu nome é Amanda! Mas isso não importa, agora que sei seu nome você não é mais precioso, não tem nada que eu possa descobrir com você. Enfim estou indo, tchau LEANDRO.
Ah! eu não aguentei, tinha que me meter nesse assunto denovo, fui atraz dela novamente, e disse tanta coisa pra ela, disse até palavrão que não sou de dizer; e adivinhe ela não se importou denovo. ¬¬
Ai como eu odeio essa menina!!!
Eu não resisti fui falar com o Leandro, fui ajuda-lo, e ele não queria falar comigo, foi ignorante não sei porque, não entendo, porque fez isso comigo sendo que eu só queria ajuda-lo.
Pois dias se passaram e ela continuava a vidinha perfeita dela como se nada tivesse acontecido, ele mudou totalmente o modo de ser, se tornou um cara agressivo, insensivel.
E eu só mais uma garota da escola que assistia todo esse drama do colegio.
Um dia desses ai em junho de 2005 teve uma festa da escola, como eu queria ir, mais não queria ir sozinha eu estava sempre sozinha! Mas consegui coragem para ir a festa, e adivinha quem eu encontro chorando? - Pois é a Amanda! Surpreendente não, ela tem lagrimas, eu senti uma vontade enorme de rir, mais meu coração bondoso estava mandando em minhas reações na hora errada, fui falar com ela.
- Porque está chorando?
- Porque eu sou tão sem coração?
- Bom provavelmente você se importa com algo pois está chorando!
- Não não me importo, chorei para sensibilizaar você, pra você vir falar comigo.
Inacreditavelmente ela era pior do que eu imaginava. Que garota insensivel! Nunca quiz isso antes, mais desejei tanto dsar um soco nela.
Mas não consegui pois não tive coragem. Ela era tão ameaçadora, que tive que me conter.
De repente passou por nós o Leandro ele olhou pra ela e me ignorou, eu falei oi e foi como se eu não estivesse ali, isso me deixava tão triste.
Porque eu era tão ignorada?
Não consiguia entender isso.
Continua ...
coitada da menina...tenta ajudar e só se ferra '-'
ResponderExcluirto adoraando isso *-*